terça-feira, 31 de maio de 2011

Proposta nº 4

Para esta proposta de trabalho surgiram-nos algumas temáticas relacionadas com o nosso curso (Arquitectura Paisagista) que nos pareceram importantes explorar e dar a conhecer aos nossos colegas, que foram:
  • História da Arquitectura Paisagista
  • Personalidades importantes da Arquitectura Paisagista
  • Caracterização da Arquitectura Paisagista em Portugal
  • Caracterização da Arquitectura Paisagista na Europa e no Mundo
De entre elas, escolhemos o terceiro tópico, Caracterização da Arquitectura Paisagista em Portugal, pois foi o que nos pareceu mais interessante e com mais conteúdo estatístico, que poderíamos facilmente explorar.

Resolução da proposta:


Na nossa infografia decidimos fazer o percurso profissional de um Arquitecto Paisagista, começando pelo tempo de espera para o primeiro emprego, seguido da sua situação profissional, indo para o regime contratual e por fim para o sector da actividade profissional. Toda esta sequência é indicada por setas que acabam numa Arquitecta Paisagista.
Para isso utilizamos alguns dados estatísticos que encontramos ao fim de várias pesquisas e transmitimos tudo para gráficos que conseguissem sumariar tudo de forma pertinente.
            Procuramos imagens relacionadas com a profissão e agregamos tudo de uma forma agradável, para que desse uma boa infografia, simples, de faça leitura e do interesse do leitor.
Como esta profissão ainda não é muito conhecida, achámos pertinente introduzir na nossa infografia uma descrição desta área e um parecer mais pessoal da mesma.

Infografia

Infografia ou infográficos são representações visuais de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto.
No design de jornais, por exemplo, a infografia costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado facto, quais suas consequências. Além de explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, factos que o texto ou a foto não conseguem detalhar com a mesma eficiência.
Também são úteis para cientistas como ferramentas de comunicação visual, sendo aplicados em todos os aspectos da visualização científica.











infografia nos jornais online

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Proposta nº 3 ( continuação )


No 1º conjunto de imagens é possivel verificar qe uma simples alteração na cor do pacote de chiclas, perde completamente a noção associada ao sabor, que temos.




Nesta imagem, temos que um caixote do lixo para o lixo 'normal' , quando associado á cor amarela, é logo intrepertrado para a reciclagem de lixo, nomeadamente das embalagens.



A água ganha um aspecto mais pesado, mais incerto do qe será qando a preto e branco.



Aquilo qe poderá ser uma bonita paisagem ao fim do dia, pode-se tornar em algo assustador.



Os lápis de cor, perdem completamente a cor, e a noção de vivacidade.


A simples alteração da cor da gota, altera o valor da imagem, de água, passa a sangure, transmitindo o sofrimento, a dor , e morte no mundo.



O jardim Botânico do Porto, tranforma-se de um sitio de lazer agradavel e convidativo para um lugar estranho e obscuro.



Aquilo que poderá ser a energia e beleza do mar, pode tornar-se em algo perigosamente energico e incerto.



O sinal de STOP, assim conhecido pela sua forma singular e pela sua cor vermelha, assim que alterada, muda logo o significado do sinal, passando de obrigatório e chamativo ( graças á cor e á informaçao contida ) para um sinal que talvez até possa passar despercebido. Sendo um sinal universal, esta técnica aplica-se ainda melhor.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Proposta nº 3

Exemplo 1:



A simples alteração da cor desta imagem levou a que de um sentimento de tranquilidade e harmonia, passa-se para um sentimento de terror, medo, insegurança.

Exemplo 2:



A cor neste caso dá vida ao livro, e é sem dúvida umas das tecnicas utilizadas para atrair um leitor. A capa de um livro é como que a sua primeira impressão como tal, deve estar organizado de forma a dar a entender aquilo que traduz e aquilo que o leitor precisará. Neste caso, o facto de estar a preto e branco e relacionando com o titulo do livro, dá a impressão de que os segredos por entre esse jardim, são obscuros, perigosos, assustadores, enquanto qe nao imagem a cores, dá a ideia de harmonia, felicidade.

Exemplo 3:



Também aqui, e utilizando a mudança de cor para o preto e branco altera em muito o significado e valor da imagem, enqanto na primeira as cores garridas servem para chamar á atenção e mostrar o espirito da queima, o facto de ter perdido a cor, é como se perdesse 'vida', tornando-se monotono e não transmitindo a ideia de ser algo agradavel e divertido, como assim deveria ser.


Com estes exemplos e de acordo com o leccionado e discutido na aula é possivel verificar que , selecionando 3 objectos de comunicação visual ( cartaz, fotografia e capa de um livro ) e manipulando os elementos constituintes da composição ao nivel da cor , é possivel alterar o significado da mensagem visial veiculada.

É possivél, assim, afirmar que a cor funciona como elemento organizador e criador de hierarquia através dos conceitos de contraste e harmonia, como elemente de ligação visual para construir composições e ainda promove a investigação acerca do significado , caracter simbolico e associações particulares de uma cor dentro de um dado contexto cultural.



domingo, 15 de maio de 2011

Psicologia das cores

     Na cultura ocidental, as cores podem ter alguns significados, alguns estudiosos afirmam que podem provocar lembranças e sensações às pessoas.
  • Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;
  • Vermelho: paixão, força, energia, amor, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução, "pare";
  • Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde;
  • Ciano: tranquilidade, paz, sossego, limpeza, frescor;
  • Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro, boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;
  • Roxo:velocidade, concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro;
  • Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;
  • Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;
  • Alaranjado: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;
  • Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição, união;
  • Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;
  • Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

Percepção da cor

A cor é percebida através da visão. O olho humano é capaz de perceber a cor através dos cones (Células cones). A percepção da cor é muito importante para a compreensão de um ambiente.
A cor é algo que nos é tão familiar que se torna para nós difícil compreender que ela não corresponde a propriedades físicas do mundo mas sim à sua representação interna, em nível cerebral. Ou seja, os objectos não têm cor; a cor corresponde a uma sensação interna provocada por estímulos físicos de natureza muito diferente que dão origem à percepção da mesma cor por um ser humano. Não notamos, por exemplo, nenhuma diferença fundamental na cor dos objectos familiares quando se dá uma mudança na iluminação. Para o nosso sistema visual, as cores da pele e dos rostos das pessoas e as cores dos frutos permanecem fundamentalmente invariáveis, embora seja tão difícil conseguir que esse tipo de objecto fique com a cor certa num monitor de televisão.

A cor não tem só que ver com os olhos e com a retina mas também com a informação presente no cérebro. Enquanto, com uma iluminação pobre, um determinado objecto cor de laranja pode ser visto como sendo amarelado ou avermelhado, vemos normalmente mais facilmente com a sua cor certa, laranja, porque é um objecto de que conhecemos perfeitamente a cor.
Os organismos complexos não reagem directamente aos estímulos físicos em si, mas sim à informação sobre os estímulos representada internamente por padrões de actividade neuronal. Se os estímulos fornecem informação sobre a cor, é apenas porque a qualidade sensorial, a que chamamos cor, emerge nos mecanismos sensoriais pelo processo de aprendizagem e é por estes projectada sobre os estímulos. E uma grande variedade de combinações de estímulos muito diferentes podem gerar esse mesmo padrão de actividade neuronal correspondente a um mesmo atributo de uma qualidade sensorial. São essas qualidades sensoriais que permitem aos seres vivos detectar a presença de comida ou de predadores, sob condições de luz diferentes e em ambiente variados. Correspondem a um modelo simplificado do mundo que permite uma avaliação rápida de situações complexas e que se mostrou útil e adequado à manutenção de uma dada espécie.
O nosso sistema sensorial faz emergir todo um contínuo muito vasto de cores com as diferenças de tonalidades que nós aprendemos a categorizar, associando determinados nomes a certas bandas de tonalidade (com uma definição extremamente vaga). É este hábito humano de categorizar que nos faz imaginar que o nosso sistema nervoso faz uma detecção «objectiva» de uma determinada cor que existe no mundo exterior.

Cor

A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.
A cor de um material é determinada pelas médias de frequência de onda que as suas moléculas constituintes reflectem. Um objecto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à frequência daquela cor.
Assim, um objecto é vermelho se absorve preferencialmente as frequências fora do vermelho.
A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro electromagnético. Considerando as cores como luz, a cor branca resulta da sobreposição de todas as cores primárias(amarelo, azul e vermelho), enquanto o preto é a ausência de luz. Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma.
Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris. Observação: Cores primárias são cores indecomponíveis, sendo o vermelho, o amarelo e o azul.



Quando se fala de cor, há que distinguir entre a cor obtida aditivamente (cor luz) ou a cor obtida subtractivamente (cor pigmento).
No primeiro caso, chamado de sistema RGB, temos os objectos que emitem luz (monitores, televisão, Lanternas, etc.) em que a adição de diferentes comprimentos de onda das cores primárias de luz Vermelho + Azul (cobalto) + Verde = Branco.
No segundo sistema (subtractivo ou cor pigmento) iremos manchar uma superfície sem pigmentação (branca) misturando-lhe as cores secundárias da luz (também chamadas de primárias em artes plásticas); Ciano + Magenta + Amarelo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Exemplos de Tipografia :





Na maioria dos casos, uma composição tipográfica deve ser especialmente legível e visualmente envolvente, sem desconsiderar o contexto em que é lido e os objectivos da sua publicação.
No uso da tipografia o interesse visual é realizado através da escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, a sensibilidade para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página. Todos esses factores são combinados para que o layout final tenha uma “atmosfera” ou “ressonância” apropriada ao conteúdo abordado.
Por muito tempo o trabalho com a tipografia, como actividade de projecto e industrial gráfica, era limitado aos tipógrafos (técnicos ou designers especializados), mas com o advento da computação gráfica a tipografia ficou disponível para designers gráficos em geral e leigos. Hoje qualquer um pode escolher uma fonte (tipo de letra) e compor um texto simples em um processador de texto. Mas essa democratização tem um preço, pois a falta de conhecimento e formação adequada criou uma proliferação de textos mal diafragmados e fontes tipográficas mal desenhadas.
O conhecimento adequado do uso da tipografia é essencial aos designers que trabalham na relação de texto e imagem. Logo a tipografia é um dos pilares do design gráfico e uma matéria necessária aos cursos de design. Para o designer que se especializa nessa área, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico.

Ricardo Reis

"Ser-me ás suave à memória lembrando-te assim – à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço."


Este extracto pertence ao poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, á beira do rio". O poema apresenta o desejo epicurista de usufruir o momento presente, a renuncia ao próprio gozo desse momento que é a vida e a explicação dessa renúncia como única forma de anular o sofrimento causado pela antevisão da morte. Nesta pequena parte do poema podemos ver o modelo de vivência amoroso defendido pelo poeta: se um deles morrer antes o outro não terá que sofrer por isso, uma vez que viveram um amor inocente, sem excessos.
Ricardo Reis era um epicurista, que procurava a felicidade mas moderada, que fugia á dor e que vivia em ataraxia, numa tranquilidade capaz de evitar a perturbação.
Ricardo Reis era também um estoicista, que aceitava as leis do destino, era um apático, que demonstrava uma enorme indiferença á dor e á paixão e que abdicava de lutar.
Este heterónimo de Fernando Pessoa era também crente nos deuses, tinha medo da morte e era intelectualizador das emoções.


Primeiro começámos por tentar "desenhar" um rio com palavras, com um tipo de letra suave mas pouco elaborado pois Ricardo Reis, era moderado e indiferente a vários sentimentos.

Alberto Caeiro

“Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem, 
Que traçam linhas de cousa a cousa, 
Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais, 
E desenham paralelos de latitude e longitude 
Sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso!

Este extracto pertence ao poema “Um Renque de Árvores”. Alberto Caeiro apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos”, que só se importa em ver de forma objectiva e natural a realidade, com a qual contacta a todo o momento. Para Caeiro, “pensar” é estar doente dos olhos. Ver é conhecer e compreender o mundo, por isso, pensa vendo e ouvindo. Recusa o pensamento metafísico, afirmando que “pensar é não compreender”. É o poeta da Natureza que está de acordo com ela e a vê na sua constante renovação. E porque só existe a realidade, o tempo é a ausência de tempo, sem passado, presente ou futuro, pois todos os instantes são a unidade do tempo.


É um sensacionista a quem só interessa o que capta pelas sensações e a quem o sentido das coisas é reduzido à percepção da cor, da forma e da existência: a intelectualidade do seu olhar volta-se para a contemplação dos objectos originais. Constrói os seus poemas a partir de matéria não-poética, mas é o poeta da Natureza e do olhar, o poeta da simplicidade completa, da objectividade das sensações e da realidade imediata (“Para além da realidade imediata não há nada”), negando mesmo a utilidade do pensamento.


Nesta composição começamos por tentar representar uma árvore, pois queriamos representar o lado objectivo e ligado á Natureza de Caeiro.
Na árvore introduzimos uma placa devido á terceira estrofe do poema.
 

Proposta nº 2 - Heterónimos

Álvaro de Campos ,

Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!
Forte espasmo retido dos maquinistas em fúria!


Engenheiro naval e viajante, o heterónimo pessoano Álvaro de Campos é um vanguardista cosmopolita que exalta poemas em tom futurista acerca da civilização moderna e os valores do progresso. Procura incansavelmente “sentir tudo de todas as maneiras”, através dos mecanismos e da velocidade, daí ser apelidado como o “poeta da modernidade”. Com um estilo delirante e violento, aclama a civilização industrial e mecânica, numa atitude escandalosa, transgredindo a moral estabelecida.


           

Nesta proposta, com o heterónimo Alberto Caeiro, escolhemos a tipografia observada na imagem com o intuito de dar ênfase ao poema, onde as máquinas, as engrenagens, as rodas estão presentes, na sua fúria que representa o trabalho e velocidade a que trabalham. O ‘r’ para a construção na engrenagem deve-se á onomatopeia usada no poema, e a fúria destaca-se porque sendo Caeiro um futurista, o trabalho da máquina mostra isso mesmo, o progresso e ainda a intensidade, representada pela cor vermelha.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Resolução da proposta 1 (versão 2- quadrado)

Na resolução da proposta 1, elaboramos uma composição num quadradro 12 por 12 cm, onde foram usados os seguintes elementos da comunicação visual: o ponto, a linha, a forma, a direcção, a cor e textura, que pretendem justificar a interpretação da música que mostra alguém que quer voltar para casa, ou rever a pessoa que mais gosta.
Como técnicas da comunicação visual, foram usadas: o equilíbrio, transmitindo a ideia de harmonia e estabilidade, enunciadas na letra como a palavra lar; assimetria que representa um pouco de complexidade, relativa á confusão que se possa gerar, e ao mesmo tempo a emoção transmitida; a irregularidade, transmitindo o inesperado, algo que se desconhece como o caso do futuro e a profusão que constitui uma ornamentação, funcionando como um enriquecimento visual. Há ainda a acrescentar, o facto do triangulo e quadrado brilhantes que se encontram presentes, pelo facto de representarem o lar/ a casa, enunciadas na música; assim como o facto de os circulos estarem ordenados de forma a parecer uma onda do mar, transmitindo calma, mas ao mesmo tempo o seu brilho representar as oportunidades.

Resolução da proposta 1 (versão 2)

Aqui está o nosso círculo de 11,5 cm de diâmetro:
 
Neste trabalho recorremos a várias técnicas de comunicação visual. Recorremos á instabilidade e movimento pois a música reflecte bastante confusão e dá uma ideia de movimento tanto pela letra como pela melodia. Recorremos também á assimetria e á assimetria; á simetria porque o relógio é bastante simples e estático e á assimetria porque a música é bastante complexa e a letra dá uma ideia de constante movimento. Introduzimos na nossa composição a irregularidade porque as oportunidades perdidas que a letra fala provocam qualquer coisa de inesperada. A fragmentação induz um certo movimento, a ideia de partes e a variedade de toda a composição.
Nesta composição estão presentes vários elementos básicos da comunicação visual como a cor, para chamar atenção á irregularidade das formas circulares. A forma, círculos e triângulos, neste caso os triângulos ajudam a formar alguns pontos do relógio. As setas, constituídas por linhas com triângulos pretos no final, que provêm de um ponto não central dão ideia de assimetria e formam os ponteiros do relógio. Três linhas pretas dão irregularidade ao desenho, representado uma quebra e portanto, a nosso ver, oportunidades dispersas e uma parte de pontinhos amarelos que representa a luz falada na canção.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Contextualização da Letra:

Tipografia :
do grego typos — "forma" — e graphein — "escrita"
 é a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digitalmente.O objetivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa.
Na tipografia, as serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras. As famílias tipográficas sem serifas são conhecidas como sans-serif (do francês "sem serifa"), também chamadas grotescas. A classificação dos tipos em serifados e não-serifados é considerado o principal sistema de diferenciação de letras.

Tipicamente, os textos serifados são usados em blocos de texto (como em um romance) pois as serifas tendem a guiar o olhar através do texto. O ser humano lê palavras ao invés de letras individuais, assim as letras serifadas parecem juntar-se devido aos seus prolongamentos, unindo as palavras. Por outro lado, os tipos sem-serifa costumam ser usados em títulos e chamadas, pois valorizam cada palavra individualmente e tendem a ter maior peso e presença para os olhos ("chamando a atenção"), já que parecem mais limpos.

As fontes serif ou serifas têm origem no passado, quando as letras eram talhadas e gravadas em blocos de pedra, porém resultava difícil assegurar que as bordas das letras fossem rectas. Por conta disso, o talhador desenvolveu uma técnica que consistia em destacar as linhas cruzadas para o acabamento de quase todas as letras, apresentando assim uns remates muito característicos nas extremidades das letras, conhecidos com o nome de serif.

Outra particularidade comum das fontes serif, derivada do fato de que as tipografias romanas se baseavam em círculos perfeitos e formas lineares equilibradas, é que as letras redondas como a o, c, p, b, etc, têm que ser um pouco maiores porque opticamente parecem menores quando se agrupam em uma palavra junto a ouras formas de letras.
As fontes serif incluem todas as romanas. São muito apropriadas para a leitura seguida de longos textos, já que os traços finos e os remates ajudam ao olho a fixar e seguir uma linha em um conjunto de texto, facilitando a leitura rápida e evitando a monotonia. Como exemplos de fontes serif podemos citar Book Antiqua, Bookman Old Style, Courier, Courier New, Century Schoolbook, Garamond, Georgia, MS Serif, New York, Times, Times New Roman e Palatino.

Associados desde seu início à tipografia comercial, sua legibilidade e durabilidade os faziam perfeitos para impressões de etiquetas, embalagens, e demais propósitos comerciais. Entretanto este uso motivou que fossem desapreciados por aqueles que se preocupavam pelos tipos belos e a impressão de qualidade.
Entre as fontes sans serif encontram-se: Arial, Arial Narrow, Arial Rounded MT Bold, Century Gothic, Chicago, Helvetica, Geneva, Impact, Monaco, MS Sans Serif, Tahoma, Trebuchet MS e Verdana.

Comunicação visual

Os elementos básicos da comunicação visual são :

  • ponto:
  • linha:
  • forma:
  • movimento e direcção:
  •  dimensão:
  •  cor e tom:
  •  textura
  • escala: